Para atingir receita que projetou, o Alviverde prevê oito fontes de arrecadação, sendo que a maior é a negociação de atletas, seguida de patrocínios
Rafael Oliva, da Itatiaia
O Conselho Deliberativo (CD) do Palmeiras aprovou, nesta terça-feira (16), o orçamento para 2026. O clube projeta uma receita de R$ 1,2 bilhão no próximo ano.
Para atingir o valor bilionário, o Palmeiras prevê oito fontes de arrecadação, sendo que a maior é a negociação de atletas (32%).
O clube planeja arrecadar R$ 399,6 milhões com vendas de jogadores, R$ 296,5 milhões com patrocínios e R$ 185,6 milhões com direitos de transmissão de TV. Essas são as principais fontes de renda no orçamento.
Além disso, o Palmeiras espera resultado financeiro positivo em 2026, apresentando superávit de R$ 11,2 milhões. O valor das despesas está em R$ 1,17 bilhão.
O orçamento — ao qual a Itatiaia teve acesso — havia sido aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização no início deste mês de dezembro e agora foi chancelado pelo CD.
Saiba detalhes do orçamento do Palmeiras para 2026
Receitas
Negociação de atletas – R$ 399,6 milhões (32%)
Patrocínios/licenciamentos – R$ 296,5 milhões (24%)
Direitos de TV – R$ 185,6 milhões (15%)
Sócio-torcedor Avanti – R$ 84,3 milhões (7%)
Arrecadação social – R$ 76,6 milhões (6%)
Outras – R$ 84,4 milhões (6%)
Premiações esportivas – R$ 62 milhões (5%)
Bilheteria – R$ 61,9 milhões (5%)
Total: R$ 1,25 bilhão
Metas esportivas
Semifinal do Campeonato Paulista
Quartas de final da Copa do Brasil
4 vitórias na fase de grupos da Copa Libertadores
Quartas de final da Copa Libertadores
G4 do Campeonato Brasileiro
Despesas
Pessoal e imagem – R$ 613,5 milhões (52%)
Amortização de direitos de jogadores – R$ 289,2 milhões (25%)
Despesas gerais e administrativas – R$ 153,8 milhões (13%)
Gastos com comissões técnicas, atletas e baixas – R$ 59,5 milhões (5%)
Despesas com jogos – R$ 37,3 milhões (3%)
Depreciação e amortização – R$ 18,3 milhões (2%)
Sócio-torcedor Avanti – R$ 5,4 milhões (0%)
Total: R$ 1,17 bilhão

